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Entrevista – A Comuna

Dona da proposta mais diferente entre as finalistas do Microfonia, A Comuna tem uma sonoridade que transita entre o jazz e a música brasileira. A banda disputou as seletivas na primeira edição do evento, em 2004, e amanhã concorre na final com mais quatro bandas, na nox. Conversei por e-mail com Ricardo Maia Jr., guitarrista e vocalista do grupo.

Como você define o som d’A Comuna?
Corajosamente ridículo.

Vocês foram selecionados na primeira edição do Microfonia, em 2004. O que mudou na banda de lá para cá?
Integrantes mudaram. Glauco entrou na banda. Tayga saiu. Luiz Shiva saiu. E passamos da fase mais canção do FRAGMENTES, ao instrumental do AO VIVO NO TEATRO JOAQUIM CARDOZO e, agora, estamos com as canções, de novo MALDITO. Mas, sem esquecer o instrumental.

Acha que existe espaço no Recife para o tipo de som que fazem?
Existe. O que é preciso é afinar, cada vez mais, a produção. Tem muita gente que se identifica com nosso som. E pra ficar mais bonito, posso citar bandas, como: Mombojó, Nuda, Gigantesco Narval Elétrico, Mellotrons, Zeca Viana, Pé-preto, Ínsula, Ex-Exus, Glauco e o Trem das Cores e por aí vai (Me perdoem os queridos que ficaram de fora).

Qual será o cover que tocarão na final do Microfonia?
Bonde da Orgia de Travecos (MS Barney e Professor Aquaplay)

Se quiser acrescentar algo o espaço é seu!
Estamos lançando, depois de longos dois anos, nosso CD MALDITO. Se não ocorrer nenhuma tragédia, será no final de janeiro pra começo de fevereiro, com 12 faixas. E também gravamos um DVD com o pessoal do TV Primavera (Rodrigo Édipo, Raul Luna e João Marcelo Ferraz) – que espero que seja lançado no começo do primeiro semestre de 2009. Vamos rezar?!

É isso!

www.acomuna.com

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